domingo, 10 de janeiro de 2010

Texto apresentado à dinamica "Com quem você se parece?" realizada pela Profª: Ms.Geci Fontanella.

Semelhanças e diferenças.
Ao comparar meu comportamento ao daquele vizinho que não cumprimenta ninguém encontro similaridades e diferenças.

Sou similar por não cumprimentar todas as pessoas que conheço quando saio, geralmente, apenas as que gosto. Entretanto, a diferença está na motivação por trás dos comportamentos. Não sou arrogante, soberba ou orgulhosa, tampouco falsa ou hipócrita. Sou uma pessoa extremamente transparente com relação aos sentimentos e não consigo fingir que gosto algo ou alguém.

Acredito haver a necessidade de um meio termo, um ponto de equilíbrio, pois ser alguém que vive ao extremo de qualquer coisa não é correto, nesse caso por exemplo, ou ser sociável demais, aberto demais às pessoas, ou “anti-social”.

Não sou pura ou ingênua ao ponto de acreditar que todos têm um lado bom e isso basta, nem falsa para “fazer de conta” que o comportamento das pessoas não me incomoda, prejudica ou atinge.

Muitas vezes me refreio de conversar com as pessoas por timidez ou receio, não por arrogância. E, mesmo aquelas pessoas que realmente evito, prefiro ignorar do que bater de frente, pois não somos obrigados a amar ninguém, mas não temos o direito de ser cruéis. Todo ser humano tem dignidade, embora muitas vezes prive a si mesmo disso, e merece respeito.

Outro ponto importante, no meu ponto de vista, é analisar até onde ser sociável é saudável. Nem sempre a nossa sinceridade é correspondida com sinceridade. Até que ponto as pessoas merecem nos conhecer? Até que ponto precisam de nós? Até onde vai essa “bondade” em cada ser? Até onde as pessoas são capazes de usar umas as outras para vencer? Seria falta de ética, de moral me proteger daquilo que não me fará bem?

Enfim, cada ser humano tem um comportamento muito peculiar. Já tive experiências que me mostraram que perseguindo um sonho sempre se perde alguma coisa. Principalmente quando nos abrimos e confiamos nas pessoas erradas. Na teoria toda ética é perfeita, ideal e justa. Mas o mundo é um lugar perigoso e, inicialmente, cada um precisa amar e respeitar a si próprio, para então perceber aqueles que também nos amam e respeitam.

Aquele que não consegue ver o melhor para si, não conseguirá jamais ser melhor com os outros.

3 comentários:

  1. Mariana !! Vc tem um grande potencial !!! estarei sempre aqui fuçando seu blog!! garantoo que tenho mto a aprender com suas teorias !!!

    Obrigada amiga por tudo !!!!

    Taís

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  2. Oiii Taís!! Obrigada pelo carinho e apoio sempre.. Sinta-se sempre muito bem vinda!!

    Beijos..

    Mariana

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  3. Isso mesmo Tais. Eu que o diga. Ainda mais agora que estou entrando à aprendizagem, reiniciando meus estudos nesta área. E usarei deste potencial que você tem Mariana, pois conheço você, sei que tem muita coisa boa a passar.

    Desde já obrigado Professora. rs!

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