Semelhanças e diferenças.
Ao comparar meu comportamento ao daquele vizinho que não cumprimenta ninguém encontro similaridades e diferenças.
Sou similar por não cumprimentar todas as pessoas que conheço quando saio, geralmente, apenas as que gosto. Entretanto, a diferença está na motivação por trás dos comportamentos. Não sou arrogante, soberba ou orgulhosa, tampouco falsa ou hipócrita. Sou uma pessoa extremamente transparente com relação aos sentimentos e não consigo fingir que gosto algo ou alguém.
Acredito haver a necessidade de um meio termo, um ponto de equilíbrio, pois ser alguém que vive ao extremo de qualquer coisa não é correto, nesse caso por exemplo, ou ser sociável demais, aberto demais às pessoas, ou “anti-social”.
Não sou pura ou ingênua ao ponto de acreditar que todos têm um lado bom e isso basta, nem falsa para “fazer de conta” que o comportamento das pessoas não me incomoda, prejudica ou atinge.
Muitas vezes me refreio de conversar com as pessoas por timidez ou receio, não por arrogância. E, mesmo aquelas pessoas que realmente evito, prefiro ignorar do que bater de frente, pois não somos obrigados a amar ninguém, mas não temos o direito de ser cruéis. Todo ser humano tem dignidade, embora muitas vezes prive a si mesmo disso, e merece respeito.
Outro ponto importante, no meu ponto de vista, é analisar até onde ser sociável é saudável. Nem sempre a nossa sinceridade é correspondida com sinceridade. Até que ponto as pessoas merecem nos conhecer? Até que ponto precisam de nós? Até onde vai essa “bondade” em cada ser? Até onde as pessoas são capazes de usar umas as outras para vencer? Seria falta de ética, de moral me proteger daquilo que não me fará bem?
Enfim, cada ser humano tem um comportamento muito peculiar. Já tive experiências que me mostraram que perseguindo um sonho sempre se perde alguma coisa. Principalmente quando nos abrimos e confiamos nas pessoas erradas. Na teoria toda ética é perfeita, ideal e justa. Mas o mundo é um lugar perigoso e, inicialmente, cada um precisa amar e respeitar a si próprio, para então perceber aqueles que também nos amam e respeitam.
Aquele que não consegue ver o melhor para si, não conseguirá jamais ser melhor com os outros.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Resenha sobre o texto: Quando um texto é legível?
O texto abrange uma discussão sobre os motivos pelos quais muitos alunos acham dificuldades em ler, compreender e dar significados a textos que, para a maioria são simples. O autor busca mostrar que um texto se torna legível quando apresenta semelhanças às circunstancias do leitor, ou seja, quando sua historicidade se aproxima da historicidade do leitor. Mas não basta somente essa historicidade. Outros fatores como, entender o que é ler, compreender a relação entre intertextualidade e leitura, e a função do professor como guia nesse processo.
Primeiramente, ler envolve muito mais do que saber decodificar os símbolos. É, basicamente, produzir sentidos, criar significados ao relacionar o que lemos com o conhecimento prévio que temos. Assim sendo, quanto mais “conhecimento de mundo” o aluno tem maior será a sua produção de sentidos e, consequentemente maior legibilidade terá o texto. Partindo desse pressuposto, exige-se do educador que, auxilie o aluno a buscar os significados dos textos, a relacionar o que lê com sua vida, a expor sua opinião, independentemente se esta for a favor ou contra o que ele leu.
Para auxiliar nesse processo será necessário que o professor faça uso de diferentes tipos de textos. Esse contato intertextual fará o aluno ampliar seu conhecimento e suas referências ao significar conteúdos que tem nas mãos. Variar gêneros textuais, situações e objetivos tornará mais fácil a percepção dos diversos usos da língua que fala, e a finalidade de cada um.
O objetivo principal do educador deve ser auxiliar o educando a “assumir o controle de sua leitura”, pois a leitura e a produção de sentido são individuais e não possuem um método pré-estabelecido. Portanto, professor e aluno buscam, juntos, o propósito das leituras, questionando os sentidos claros e os não explícitos, procurando a relação com o que cada um já sabia, buscando o que é principal no texto, e abrindo a conversa para hipóteses, interpretações e conclusões. Com essa ajuda, o aluno conseguirá, de um modo mais fácil, encontrar seus próprios meios de solucionar seus problemas na leitura.
Resenha: Sociedade dos poetas mortos.
Sociedade dos poetas mortos.
O filme narra um drama que ocorre num internato masculino, e tem como temática principal um modelo de escola marcado por concepções de tempo racionalizado e espaços definidos para a prática de cada ação, como por exemplo, dormir-quarto, rezar-capela, comer-refeitório, ler-biblioteca, higiene-banheiro, etc.
A presença de um ambiente afastado da agitação da cidade, tranqüilo, faz-nos pensar na necessidade de concentração para se alcançar um objetivo maior, no caso, um desempenho excelente, e possibilitar a garantia de um ensino baseado em princípios de tradição, honra, disciplina e excelência, almejados pela Educação Tradicional.
Contudo, a chegada de um novo professor muda o cenário escolar, e sua forma inovadora de ensinar, liberta seus alunos para que pensem, criem e descubram o que, de fato, os completa e realiza. Para o professor Keating, a educação deveria mesclar-se completamente com o próprio processo de viver. Suas propostas de ensino são práticas e vivas. Ao utilizar espaços não convencionais e propor atividades diferentes, ele estimula a convivência democrática e o pensamento livre e autônomo em seus alunos.
Particularmente, penso ser esse o modelo de educador, de pedagogo, que quero seguir. O novo e ousado ideal pedagógico presente na postura do personagem é o que fará com que nosso futuro seja diferente. Somente quando nossa maneira de agir, unir a educação e as experiências de vida de nossos alunos sejam eles crianças, jovens ou adultos, que teremos cidadãos críticos, livres e autônomos, capazes de lutar por seus direitos, e perseguir suas metas, em busca de uma boa condição de vida e um mundo um pouco mais justo. As atitudes do professor e de sues alunos, evidenciaram que está em nossas mãos fazer com que algumas atitudes, e formas de pensar sejam mudadas, com persistência e paciência.
Como pedagogas, precisamos fazer com que a vida escolar seja uma experiência agradável, que ajude cada um de nossos alunos a crescer e se construir. Atitudes de autoritarismo, como as demonstradas no filme pelo pai de Neil, e de omissão, iguais as demonstradas pela mãe do garoto, devem ser evitadas e até mesmo abolidas de nossa pratica pedagógica. Embora muitos pais possam agir dessa forma, precisamos ter o cuidado de não incentivar, nem ao menos, nos influenciar, e tornar nosso trabalho frustrante para nossos alunos. Pais e professores precisam perceber o que completa e realiza o filho/aluno.
A verdadeira satisfação e realização de uma pessoa vêm de tornar-se o que se tem potencial para ser, o que se é, em sua essência, fazendo o que aprecia. E, por sua vez, a maior realização e satisfação do pedagogo vêm de participar nesse processo de desenvolvimento, construção e descobertas na vida de cada aluno, ajudando-os a se tornarem o que são, buscarem o que desejam e realizem o que sonham, sem autoritarismo, livre e racionalmente.
O filme narra um drama que ocorre num internato masculino, e tem como temática principal um modelo de escola marcado por concepções de tempo racionalizado e espaços definidos para a prática de cada ação, como por exemplo, dormir-quarto, rezar-capela, comer-refeitório, ler-biblioteca, higiene-banheiro, etc.
A presença de um ambiente afastado da agitação da cidade, tranqüilo, faz-nos pensar na necessidade de concentração para se alcançar um objetivo maior, no caso, um desempenho excelente, e possibilitar a garantia de um ensino baseado em princípios de tradição, honra, disciplina e excelência, almejados pela Educação Tradicional.
Contudo, a chegada de um novo professor muda o cenário escolar, e sua forma inovadora de ensinar, liberta seus alunos para que pensem, criem e descubram o que, de fato, os completa e realiza. Para o professor Keating, a educação deveria mesclar-se completamente com o próprio processo de viver. Suas propostas de ensino são práticas e vivas. Ao utilizar espaços não convencionais e propor atividades diferentes, ele estimula a convivência democrática e o pensamento livre e autônomo em seus alunos.
Particularmente, penso ser esse o modelo de educador, de pedagogo, que quero seguir. O novo e ousado ideal pedagógico presente na postura do personagem é o que fará com que nosso futuro seja diferente. Somente quando nossa maneira de agir, unir a educação e as experiências de vida de nossos alunos sejam eles crianças, jovens ou adultos, que teremos cidadãos críticos, livres e autônomos, capazes de lutar por seus direitos, e perseguir suas metas, em busca de uma boa condição de vida e um mundo um pouco mais justo. As atitudes do professor e de sues alunos, evidenciaram que está em nossas mãos fazer com que algumas atitudes, e formas de pensar sejam mudadas, com persistência e paciência.
Como pedagogas, precisamos fazer com que a vida escolar seja uma experiência agradável, que ajude cada um de nossos alunos a crescer e se construir. Atitudes de autoritarismo, como as demonstradas no filme pelo pai de Neil, e de omissão, iguais as demonstradas pela mãe do garoto, devem ser evitadas e até mesmo abolidas de nossa pratica pedagógica. Embora muitos pais possam agir dessa forma, precisamos ter o cuidado de não incentivar, nem ao menos, nos influenciar, e tornar nosso trabalho frustrante para nossos alunos. Pais e professores precisam perceber o que completa e realiza o filho/aluno.
A verdadeira satisfação e realização de uma pessoa vêm de tornar-se o que se tem potencial para ser, o que se é, em sua essência, fazendo o que aprecia. E, por sua vez, a maior realização e satisfação do pedagogo vêm de participar nesse processo de desenvolvimento, construção e descobertas na vida de cada aluno, ajudando-os a se tornarem o que são, buscarem o que desejam e realizem o que sonham, sem autoritarismo, livre e racionalmente.
A filosofia e a educação.
A função da filosofia em nossa prática pedagógica é auxiliar a construção do saber, da aprendizagem, pois surge a partir de nossa experiência de vida.
A verdadeira filosofia não é aquela que encontramos em livros, teorizada em belas frases. Antes é aquela que criamos ao praticá-la em nosso dia-a-dia, e nos possibilita belas vivências. Nossa arte, como pedagogas, está exatamente no ato de trazer a riqueza dos pensamentos e escritos filosóficos para o presente, para nossa vida.
Podemos começar relacionando nossa vida de pedagoga com “O Mito de Sísifo”. O texto narra a trajetória de Sísifo, um salteador que acorrentou a morte, testou o amor, convenceu a morte a ressuscitá-lo e acabou condenado pelos deuses “a incessantemente rolar uma pedra até o topo de uma montanha, de onde a pedra cairia de volta devido a seu próprio peso”. Apesar de ter consciência desse “absurdo”, o personagem não se desesperava porque nele consistia o sentido, o significado e a razão do viver dele.
Como pedagogas, nos tornamos escravas, assim como Sísifo, “destinadas” a continuar nosso trabalho de rolar a pedra diariamente. Apesar de ver o “absurdo” em nossas vidas, também não nos desesperamos, pois é nesse trabalho que crescemos, amadurecemos, encontramos satisfação de sair de nossa cômoda ignorância e encontrar a luz, ou seja, o conhecimento, e o privilegio de compartilhá-lo com nossos alunos.
Essa busca do conhecimento, da verdade, nos remete ao “Mito da Caverna”, escrito por Platão, onde o filosofo mostra, metaforicamente, a condição humana perante o mundo. Na alegoria, o autor descreve pessoas presas por amarras, no fundo de uma caverna, onde vivem, ilusoriamente, interpretando as sombras como realidade. Somente quando libertam-se dos grilhões e saem rumo à luz é que encontram a verdade e explicação da realidade.
As amarras do ser humano, para Platão, são a sua própria ignorância. Precisamos sair da “sombra”, ou seja, da comodidade de achar que não somos capazes, e buscar dentro de nós nossa real capacidade, saindo assim de nossa “caverna interior” rumo à realidade.
Nossa postura como pedagogas nos fará, então, tirar outros dessa ignorância. Cabe a cada uma de nós buscarmos o esclarecimento necessário para realizar nossa tarefa.
A partir do momento em que “ousarmos conhecer” (Sapere aude) nossa realidade, nossa família, nossos alunos, nós mesmos, é que sairemos da condição de menor e seremos capazes de usar nosso entendimento, sabendo como nos expressar e nos portar.
A verdadeira filosofia não é aquela que encontramos em livros, teorizada em belas frases. Antes é aquela que criamos ao praticá-la em nosso dia-a-dia, e nos possibilita belas vivências. Nossa arte, como pedagogas, está exatamente no ato de trazer a riqueza dos pensamentos e escritos filosóficos para o presente, para nossa vida.
Podemos começar relacionando nossa vida de pedagoga com “O Mito de Sísifo”. O texto narra a trajetória de Sísifo, um salteador que acorrentou a morte, testou o amor, convenceu a morte a ressuscitá-lo e acabou condenado pelos deuses “a incessantemente rolar uma pedra até o topo de uma montanha, de onde a pedra cairia de volta devido a seu próprio peso”. Apesar de ter consciência desse “absurdo”, o personagem não se desesperava porque nele consistia o sentido, o significado e a razão do viver dele.
Como pedagogas, nos tornamos escravas, assim como Sísifo, “destinadas” a continuar nosso trabalho de rolar a pedra diariamente. Apesar de ver o “absurdo” em nossas vidas, também não nos desesperamos, pois é nesse trabalho que crescemos, amadurecemos, encontramos satisfação de sair de nossa cômoda ignorância e encontrar a luz, ou seja, o conhecimento, e o privilegio de compartilhá-lo com nossos alunos.
Essa busca do conhecimento, da verdade, nos remete ao “Mito da Caverna”, escrito por Platão, onde o filosofo mostra, metaforicamente, a condição humana perante o mundo. Na alegoria, o autor descreve pessoas presas por amarras, no fundo de uma caverna, onde vivem, ilusoriamente, interpretando as sombras como realidade. Somente quando libertam-se dos grilhões e saem rumo à luz é que encontram a verdade e explicação da realidade.
As amarras do ser humano, para Platão, são a sua própria ignorância. Precisamos sair da “sombra”, ou seja, da comodidade de achar que não somos capazes, e buscar dentro de nós nossa real capacidade, saindo assim de nossa “caverna interior” rumo à realidade.
Nossa postura como pedagogas nos fará, então, tirar outros dessa ignorância. Cabe a cada uma de nós buscarmos o esclarecimento necessário para realizar nossa tarefa.
A partir do momento em que “ousarmos conhecer” (Sapere aude) nossa realidade, nossa família, nossos alunos, nós mesmos, é que sairemos da condição de menor e seremos capazes de usar nosso entendimento, sabendo como nos expressar e nos portar.
Letramento e alfabetização.
Bom, o surgimento dos termos letramento e alfabetização evidenciam uma mudança na maneira de ensinar na escola e nos projetos e programas de educação de jovens e adultos.
Para notar as mudanças e entendê-las, precisamos diferenciar alfabetização e letramento e como acontecem.
Primeiramente a alfabetização. Alfabetizar basicamente é ensinar/ aprender a ler e a escrever, relacionar fonemas e grafemas, entender a estrutura da língua, e assim por diante. Exige treino.
Em contrapartida o letramento é o estado de quem não apenas saber ler e escrever, mas inclui o uso das atividades de leitura e escrita e responde as demandas sociais referentes a elas.
Assim sendo, uma pessoa pode ser considerada alfabetizada por ler e escrever, mas seu grau de letramento ser reduzido pela falta de participação nas práticas sociais de leituras, pela dificuldade de interpretar ou falta de compreensão do uso dessa alfabetização.
Por outro lado, mesmo não sabendo ler e escrever, ou seja, mesmo que analfabeta, uma pessoa pode ter um alto grau de letramento por fazer uso das práticas sociais de leitura, por ditar cartas ou bilhetes, por pedir para que leiam para ela uma notícia no jornal, um rótulo, uma propaganda ou até uma carta que recebeu.
A implicação desses processos na escola e na educação de jovens e adultos está na necessidade de notar-se que são fenômenos distintos, mas que o ideal é que aconteçam juntos.
Na escola, por exemplo, o educador deve objetivar a alfabetização fazendo uso de teztos e recursos significativos, que insiram a criança no meio social, levando em conta sua realidade. Uma excelente maneira seria fazer uso de materiais diversos como jornais, revistas, rótulos, propaganda, e assim por diante, juntamente com o material didático.
No caso da educação de jovens e adultos, o processo é um pouco diferente. O jovem e o adulto já possuem uma grande carga de conhecimento, adquirido com as experiências vividas através dos anos. Por isso há o cuidado de se puxar o que a pessoa já adquiriu e introduzir a alfabetização, e claro, o aumento no nível de letramento gradativamente.
A condição necessária para o letramento seria:
¨ A escolarização real e de qualidade para toda a população.
De início, alcançarmos o maior número de pessoas com a alfabetização, ou seja, um maior número de indivíduos sabendo ler e escrever. E, simultaneamente, facilitar-mos o acesso aos materiais de leitura, pois de nada adianta aprender a ler e a escrever e não praticarmos. Se esse acesso é restrito ou negado, permitimos que as pessoas sejam alfabetizadas, mas impedimos que se tornem letradas.
Bom, o surgimento dos termos letramento e alfabetização evidenciam uma mudança na maneira de ensinar na escola e nos projetos e programas de educação de jovens e adultos.
Para notar as mudanças e entendê-las, precisamos diferenciar alfabetização e letramento e como acontecem.
Primeiramente a alfabetização. Alfabetizar basicamente é ensinar/ aprender a ler e a escrever, relacionar fonemas e grafemas, entender a estrutura da língua, e assim por diante. Exige treino.
Em contrapartida o letramento é o estado de quem não apenas saber ler e escrever, mas inclui o uso das atividades de leitura e escrita e responde as demandas sociais referentes a elas.
Assim sendo, uma pessoa pode ser considerada alfabetizada por ler e escrever, mas seu grau de letramento ser reduzido pela falta de participação nas práticas sociais de leituras, pela dificuldade de interpretar ou falta de compreensão do uso dessa alfabetização.
Por outro lado, mesmo não sabendo ler e escrever, ou seja, mesmo que analfabeta, uma pessoa pode ter um alto grau de letramento por fazer uso das práticas sociais de leitura, por ditar cartas ou bilhetes, por pedir para que leiam para ela uma notícia no jornal, um rótulo, uma propaganda ou até uma carta que recebeu.
A implicação desses processos na escola e na educação de jovens e adultos está na necessidade de notar-se que são fenômenos distintos, mas que o ideal é que aconteçam juntos.
Na escola, por exemplo, o educador deve objetivar a alfabetização fazendo uso de teztos e recursos significativos, que insiram a criança no meio social, levando em conta sua realidade. Uma excelente maneira seria fazer uso de materiais diversos como jornais, revistas, rótulos, propaganda, e assim por diante, juntamente com o material didático.
No caso da educação de jovens e adultos, o processo é um pouco diferente. O jovem e o adulto já possuem uma grande carga de conhecimento, adquirido com as experiências vividas através dos anos. Por isso há o cuidado de se puxar o que a pessoa já adquiriu e introduzir a alfabetização, e claro, o aumento no nível de letramento gradativamente.
A condição necessária para o letramento seria:
¨ A escolarização real e de qualidade para toda a população.
De início, alcançarmos o maior número de pessoas com a alfabetização, ou seja, um maior número de indivíduos sabendo ler e escrever. E, simultaneamente, facilitar-mos o acesso aos materiais de leitura, pois de nada adianta aprender a ler e a escrever e não praticarmos. Se esse acesso é restrito ou negado, permitimos que as pessoas sejam alfabetizadas, mas impedimos que se tornem letradas.
Arte e Educação.
As diversas formas de expressão desenvolvidas pelo homem, que denominamos arte, merecem atenção especial no espaço escolar devido ao desenvolvimento cognitivo que exerce na criança.
A troca resultante do contato do indivíduo com a dança, a música, as artes plásticas e assim por diante, auxilia em sua própria identificação como sujeito histórico e social. Assim sendo, podemos aumentar o conhecimento de nossos alunos, ajudá-los a ter maior compreensão da realidade e maior participação social por meio de exposições artísticas, como assistir filmes, danças, peças teatrais, ouvir diferentes músicas, mostrar a riqueza contida em livros de artes, de literatura e livros bibliográficos de diversos produtores artísticos.
Envolver o aluno com a arte é a maneira mais simples e, ao mesmo tempo, profunda e completa de fazê-lo compreender o mundo em que está inserido, com seus diversos meios sociais, variadas culturas e significados, fazendo com que desenvolva “um olhar aguçado pela sensibilidade, pela emoção, pela afetividade, pela imaginação, pela reflexão e pela crítica”.
Nosso objetivo deve ser o de ensinar ou guiar nossas crianças e adolescentes para pensar, imaginar, desenvolver, escrever e criar livremente, segundo seus sentimentos e suas formas de analisar, interpretar e associar os trabalhos artísticos à sua realidade.
Assim agindo, seremos colaboradores no surgimento de novo cidadãos capazes de produzirem e conduzirem suas vidas de um jeito mais consciente, autônomo e acima de tudo, mais belo.
Em seu texto, “As diversas expressões e o desenvolvimento da criança na escola”, a Dra. Ângela Meyer Borba e a Dra. Cecília Goulart, apresentam alguns projetos desenvolvidos por educadores em nosso país. O resultado desses projetos evidencia a importância da relação escola-arte.
A troca resultante do contato do indivíduo com a dança, a música, as artes plásticas e assim por diante, auxilia em sua própria identificação como sujeito histórico e social. Assim sendo, podemos aumentar o conhecimento de nossos alunos, ajudá-los a ter maior compreensão da realidade e maior participação social por meio de exposições artísticas, como assistir filmes, danças, peças teatrais, ouvir diferentes músicas, mostrar a riqueza contida em livros de artes, de literatura e livros bibliográficos de diversos produtores artísticos.
Envolver o aluno com a arte é a maneira mais simples e, ao mesmo tempo, profunda e completa de fazê-lo compreender o mundo em que está inserido, com seus diversos meios sociais, variadas culturas e significados, fazendo com que desenvolva “um olhar aguçado pela sensibilidade, pela emoção, pela afetividade, pela imaginação, pela reflexão e pela crítica”.
Nosso objetivo deve ser o de ensinar ou guiar nossas crianças e adolescentes para pensar, imaginar, desenvolver, escrever e criar livremente, segundo seus sentimentos e suas formas de analisar, interpretar e associar os trabalhos artísticos à sua realidade.
Assim agindo, seremos colaboradores no surgimento de novo cidadãos capazes de produzirem e conduzirem suas vidas de um jeito mais consciente, autônomo e acima de tudo, mais belo.
Em seu texto, “As diversas expressões e o desenvolvimento da criança na escola”, a Dra. Ângela Meyer Borba e a Dra. Cecília Goulart, apresentam alguns projetos desenvolvidos por educadores em nosso país. O resultado desses projetos evidencia a importância da relação escola-arte.
Mariana Luzio.
Brincando com os números.
Aprender matemática representa a continuidade de um processo de construção do conhecimento lógico matemática ,adquirido desde cedo pela criança , por meio de suas observações , experiências e ações realizadas.
A criança encontra-se com os números desde cedo , e irá utilizar por uma longa jornada , resolvendo problemas de seu cotidiano.
Durante muito tempo , buscou-se ensinar números pela sua associação a quantidade , hoje o significado atribuído aos números pelas crianças não coincide com as teorias e nem com os estágios.
A noção de números está apoiada em outras noções e capacidades construídas pela criança , essenciais ao pensamento humano , não só o lógico matemático , tais como reconhecer semelhanças , ordenar , classificar , comparar , descobrir , calcular.
Pensava-se ainda que um ambiente sério, disciplinado e silencioso seria indispensável para aprender matemática. Sabemos , agora , que se aprende matemática resolvendo problemas , de todos os tipos.
Proporcionar prazer e diversão , apresentar um desafio e provocar o pensamento reflexivo do aluno seriam razões suficientes para defender o jogo na educação.
A matemática assim como os jogos , a criança só aprende reinventando-a , recriando-a , o que pode tornar-se possível retomando o lúdico na sala de aula.
Na perspectiva tradicional , a posição daquele que está aprendendo é de esperar que a solução venha do saber.
Antes de avaliar como incompetência os “erros” cometidos pelo aluno , o professor “ deveria considerar que as noções de números e espaço representam construções complexas nas quais intervêm varias operações que a criança não pode dominar de imediato em qualquer idade”.
“Talvez menos angustiante , tanto para o professor quanto para o aluno , seja oferecer condições para que este enfrente os seus erros”. Reconhecendo “È preciso desencadear outras estratégias”.
Pressupondo que a matemática não está pronta , hoje ela é vista como um conhecimento que está fazendo. Por isso , não se pode transmiti-la como um conteúdo acabado. O bom professor deixou de ser aquele que mais domina o conteúdo , passando a vivenciar o importante papel de jogador, de parceiro de jogo , aquele que conhece mais as regras e as reinventa , juntamente com seus alunos.
Mariana Luzio, Mariane Leme, Ana Bianca, Viviane.
Curso: Pedagogia.
A criança encontra-se com os números desde cedo , e irá utilizar por uma longa jornada , resolvendo problemas de seu cotidiano.
Durante muito tempo , buscou-se ensinar números pela sua associação a quantidade , hoje o significado atribuído aos números pelas crianças não coincide com as teorias e nem com os estágios.
A noção de números está apoiada em outras noções e capacidades construídas pela criança , essenciais ao pensamento humano , não só o lógico matemático , tais como reconhecer semelhanças , ordenar , classificar , comparar , descobrir , calcular.
Pensava-se ainda que um ambiente sério, disciplinado e silencioso seria indispensável para aprender matemática. Sabemos , agora , que se aprende matemática resolvendo problemas , de todos os tipos.
Proporcionar prazer e diversão , apresentar um desafio e provocar o pensamento reflexivo do aluno seriam razões suficientes para defender o jogo na educação.
A matemática assim como os jogos , a criança só aprende reinventando-a , recriando-a , o que pode tornar-se possível retomando o lúdico na sala de aula.
Na perspectiva tradicional , a posição daquele que está aprendendo é de esperar que a solução venha do saber.
Antes de avaliar como incompetência os “erros” cometidos pelo aluno , o professor “ deveria considerar que as noções de números e espaço representam construções complexas nas quais intervêm varias operações que a criança não pode dominar de imediato em qualquer idade”.
“Talvez menos angustiante , tanto para o professor quanto para o aluno , seja oferecer condições para que este enfrente os seus erros”. Reconhecendo “È preciso desencadear outras estratégias”.
Pressupondo que a matemática não está pronta , hoje ela é vista como um conhecimento que está fazendo. Por isso , não se pode transmiti-la como um conteúdo acabado. O bom professor deixou de ser aquele que mais domina o conteúdo , passando a vivenciar o importante papel de jogador, de parceiro de jogo , aquele que conhece mais as regras e as reinventa , juntamente com seus alunos.
Mariana Luzio, Mariane Leme, Ana Bianca, Viviane.
Curso: Pedagogia.
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